O início antecipado do Campeonato Brasileiro e a intensa maratona de jogos dominaram o debate esportivo conduzido por Vitória Baratella, o professor Ronaldo e Marcílio D. Carvalho. O trio analisou o cenário atual do futebol nacional, destacando que os campeonatos estaduais, apesar da rivalidade e da tradição, não refletem necessariamente o desempenho que os clubes terão ao longo da temporada.
Durante a conversa, os participantes ressaltaram que muitos clubes ainda não concluíram a pré-temporada e utilizam formações alternativas nos estaduais, o que distorce resultados e avaliações precipitadas. Para o professor Ronaldo, lideranças ou riscos de rebaixamento nos regionais “não representam absolutamente nada” neste momento, já que o verdadeiro termômetro será o Brasileirão, especialmente a partir das primeiras rodadas mais consistentes.
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Vitória Baratella chamou atenção para a sobrecarga de jogos, sobretudo para clubes de estados com campeonatos mais disputados, como São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo ela, manter alto rendimento simultaneamente nos estaduais e no Brasileirão exigirá elencos fortes e bem equilibrados, sob risco de queda de desempenho na reta final do ano.
Marcílio D. Carvalho reforçou que a antecipação do calendário e o uso precoce dos titulares tendem a cobrar seu preço mais adiante. Para ele, apenas equipes com elenco robusto conseguirão atravessar a temporada sem sofrer com lesões, desgaste físico e queda técnica.
O consenso entre os debatedores é que o Campeonato Brasileiro, considerado um dos mais difíceis do mundo, é o único capaz de apontar com justiça o melhor time do país. Assim, com a bola prestes a rolar, a expectativa é de que só após algumas rodadas seja possível medir, de fato, quem chega forte para brigar pelo título.
Por Redação, com informações de Vitória Baratella, Ronaldo Abranches e Marcílio D. Carvalho