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Aquele tal de colesterol

Publicado por Vivian Costa em 01/01/2014
Baixar os níveis de colesterol ?mau? do sangue ? esta é uma meta constante e dos tempos modernos. Hoje em dia, todos nós nos preocupamos com alimentos gordurosos e sabemos na ponta da língua fontes do colesterol ?bom? (HDL) e do temido ?mau? colesterol (LDL).

 

 

Antes de qualquer coisa é importante ressaltarmos que o colesterol é uma substância essencial para o corpo, pois participa da construção das células, hormônios, sais biliares (que auxiliam na digestão).

Ao longo dos últimos anos, com o apelo da mídia, dos cardiologistas e dos nutricionistas, nós aprendemos que devemos evitar os alimentos ricos em gordura saturada e gordura trans, como frituras, sorvetes, biscoitos, salgadinhos, tortas – enfim tudo que nos parece super apetitoso e nos dá água na boca! São esses alimentos que “entopem” nossas artérias e podem provocar doenças cardiovasculares.

Com o ritmo da vida moderna nós aumentamos o consumo dos alimentos que contém o mau colesterol e o sedentarismo e com isso aumentamos também o número de pessoas afetadas por cardiopatias. Com isso, a partir dos anos 80, surgem os tratamentos baseados em estatinas (drogas que reduzem os níveis de colesterol, alguns nomes comerciais – Lovastatina, Atorvastatina, Sinvastatina). As estatinas são vastamente utilizadas e possuem comprovadamente ações anti-inflamatórias e estabilizadoras das placas de aterosclerose, que podem dificultar o desprendimento de coágulos capazes de obstruir artérias menores.

Mas a quê preço? Sim a estatinas possuem vários efeitos colaterais, sendo que podem causar:

  • Dores musculares intensas, cãibras, fraqueza;
  • Hepatite tóxica, falta de apetite, diarréia e vômitos;
  • Urticária, coceira, edemas e perda de cabelos;
  • Diminuição da potência e a libido masculina;
  • Aumento do açúcar no sangue ou mesmo diminuição, aumento do peso;
  • Redução das plaquetas do sangue, o que pode ser causa de sangramentos.

As estatinas continuam sendo bastante empregadas no tratamento das doenças cardiovasculares. No entanto, temos várias opções que não apresentam efeitos colaterais e podem servir como coadjuvantes no tratamento com a estatinas, ajudando a diminuir as dosagens e consequentemente os efeitos colaterais das estatinas ou prevenir as doenças cardiovasculares. Nossas recomendações incluem:

  • Óleo de Peixe (Ômega 3): O óleo de peixe é extraído de peixes marinhos, de águas frias e profundas. O interesse pelo óleo de peixe sempre existiu e as pesquisas em torno de seus benefícios se concentraram no fato de os esquimós, que tinham uma dieta com bastante gordura, apresentarem baixo índice de doenças cardíacas. Descobriu-se que os ácidos graxos ômega 3 diminuem a agregação das plaquetas no sangue, tornando-o mais fluído e ajudando a prevenir a formação de coágulos. A suplementação é feita através de cápsulas com níveis altos de “bom” colesterol (1). Mas fique atento! Existem vários produtos no mercado que para alcançar níveis satisfatórios de suplementação é necessário tomar várias cápsulas de óleo o que não é bom. O ideal é que apenas uma ou duas cápsulas atinjam o nível desejado.
  • Resveratrol: uma molécula encontrada no vinho e com seus efeitos sintetizados, encontrada nas farmácias de manipulação têm ganhado destaque na pesquisa mundial por sua gama de efeitos incluindo antidiabético, cardioprotetor, anti-inflamatório e antioxidante. Ele ser administrado de forma a auxiliar na redução do colesterol e da pressão arterial, e no aumento das defesas antioxidantes de diabéticos tipo II, com resultados em até 6 meses de tratamento (2)
  • Psyllium: trata-se de um extrato rico em fibras, proveniente de uma planta. Estudos comprovam que a suplementação com psyllium, óleo de peixe e vitaminas é eficaz na redução do colesterol em adolescentes e crianças (3).
  • Spirulina: é uma alga que vem sendo bastante estudada. Estudos mostraram que a suplementação com Spirulina em pacientes diabéticos tipo II reduz níveis lipídicos e inflamatórios e aumenta capacidade antioxidante. Para diabéticos tipo I, o tratamento com doses menores de Spirulina proporciona redução na glicemia de jejum e pós-prandial, redução de colesterol e triglicerídeos e ainda promove redução da pressão arterial (4, 5).
  • Extrato seco de Berinjela: O extrato seco de berinjela auxilia nas funções hepáticas, é rica em fibras solúveis e reduz os níveis de colesterol e triglicerídeos, sendo utilizado como coadjuvante em regimes de emagrecimento. (6)

Mas lembre, e nunca é demais falar, grande parte dos ataques cardíacos ocorre pelo hábito de fumar, pela vida sedentária, obesidade, pressão alta e diabetes.

Faça exames periódicos com seu cardiologista e para perder peso peça ajuda ao seu nutricionista, educador físico ou fisioterapeuta. E converse também com sua farmacêutica de confiança, ela poderá recomendar medicamentos que auxiliem no tratamento e não ofereçam interações medicamentosas de risco.

Para saber mais, confira:

Ômega 3

Resveratrol

Espirulina

 

Referências

(1) Anjo DFC. Alimentos funcionais em angiologia e cirurgia vascular. J Vasc Br 2004, Vol. 3, Nº2

(2) Kumar BJ, Joguee NM. Resveratrol supplementation in patients with type II diabetes mellitus: a prospective, open label, randomized controlled trial. International Research Journal of Pharmacy 4 (8), p245-249. Aug 2013

(3) Garaiova I, Muchová J, Nagyová Z, Miš?anová C, Oravec S, Dukát A, Wang D, Plummer SF, ?ura?ková Z. Effect of a plant sterol, fish oil and B vitamin combination on cardiovascular risk factors in hypercholesterolemic children and adolescents: a pilot study. Nutr J. 2013 Jan 8;12:7.

(4) Lee EH, Park JE, Choi YJ, Huh KB, Kim WY. A randomized study to establish the effects of spirulina in type 2 diabetes mellitus patients. Nutr Res Pract. 2008 Winter;2(4):295-300.

(5) Panam Parikh, Uliyar Mani, Uma Iyer. Role of Spirulina in the Control of Glycemia and Lipidemia in Type 2 Diabetes Mellitus. Journal of Medicinal Food. December 2001. Published in Volume: 4 Issue 4: July 7, 2004

(6) Gonçaves, M.C.; Diniz, M.F.F.M.; Borba, J.D.C.; Nunes, X.P.; Barbosa-Filho, J.M. Berinjela (Solanum melongena L.) – mito ou realidade no combate as dislipidemias? Brazilian Journal of Pharmacognosy 16(2): 252-257, Abr./Jun. 2006.

 

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