A construção de imagens não é coisa simples. Exige-se certa perícia nessa classe de arquitetura, a fim de que as imagens delineadas e expostas ante um auditório sejam claras e precisas e que, ao mesmo tempo, contenham quase que a expressão acabada de um conhecimento, de uma verdade ou do fato que se queira narrar.
Se, para expressar determinados aspectos da vida humana, recorremos, por exemplo, à imagem da árvore, diremos que, comparada a esta, a planta humana tem plasmada em sua semente a sua herança e, também, o seu futuro, mas que, diferentemente dela, a árvore humana pode morrer e voltar a nascer no curso de uma só vida.
Essa transformação se realiza ou se consuma quando morre a árvore velha da existência estéril e nasce a nova, de semente selecionada, sob os auspícios de uma concepção superior de vida. Com isso, damos a entender que, dentre as raízes da velha planta, que se desagregam, pode surgir um novo ser e que, quanto maior for o cuidado que lhe seja dispensado mediante o cumprimento da lei de evolução, maior será também a possibilidade de alcançar a perfeição da espécie.
Logosofia
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5 de nov. de 2022
A Árvore Humana
Se, para expressar determinados aspectos da vida humana, recorremos, por exemplo, à imagem da árvore, diremos que, comparada a esta, a planta humana tem plasmada em sua semente a sua herança
Por Fundação Logosófica
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A construção de imagens não é coisa simples. Exige-se certa perícia nessa classe de arquitetura, a fim de que as imagens delineadas e expostas ante um auditório sejam claras e precisas e que, ao mesmo tempo, contenham quase que a expressão acabada de um conhecimento, de uma verdade ou do fato que se queira narrar.
Se, para expressar determinados aspectos da vida humana, recorremos, por exemplo, à imagem da árvore, diremos que, comparada a esta, a planta humana tem plasmada em sua semente a sua herança e, também, o seu futuro, mas que, diferentemente dela, a árvore humana pode morrer e voltar a nascer no curso de uma só vida.
Essa transformação se realiza ou se consuma quando morre a árvore velha da existência estéril e nasce a nova, de semente selecionada, sob os auspícios de uma concepção superior de vida. Com isso, damos a entender que, dentre as raízes da velha planta, que se desagregam, pode surgir um novo ser e que, quanto maior for o cuidado que lhe seja dispensado mediante o cumprimento da lei de evolução, maior será também a possibilidade de alcançar a perfeição da espécie.
Extraído de Coletânea da Revista Logosofia – Tomo 3, p.177

Coleta?nea da Revista Logosofia – Tomo III
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