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14 de mar. de 2026
A BATALHA DE LEPANTO
No ano de 1571, os turcos atingiram o apogeu do poder e pareciam ter a cristandade nas mãos.
Por Prof. Paulo Roberto Labegalini
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Foto: Paulo Labegalini
No ano de 1571, os turcos atingiram o apogeu do poder e pareciam ter a cristandade nas mãos. Os seus exércitos estavam bem equipados e eram conduzidos por generais habilíssimos! Mostravam-se superiores à armada que os cristãos tinham para se defender.
Além de terem conquistado as mais belas províncias, também tinham por objetivo dominar a França e a Itália – transformando a Basílica de São Pedro em mesquita turca. O Papa Pio V governava a Igreja e estava aterrorizado com o perigo que ameaçava arruinar a própria civilização cristã.
Além de fracos, infelizmente os governos cristãos estavam muito divididos entre si. Intrigas, animosidades pessoais e ambições de cargos importantes impediam aquela união perfeita que se tornava tão necessária para resistir ao inimigo comum.
São Pio V, então, pôs toda a sua confiança no Rosário, trabalhando, ao mesmo tempo, incansavelmente por unir as forças cristãs. Por fim, deu ordem para que as suas armadas se organizassem para a batalha e, embora fossem inferiores aos turcos em número, equipamento, artilharia e navios, incitou-os a combaterem sem receio em nome de Deus e de Nossa Senhora.
As duas esquadras defrontaram-se no dia 7 de outubro e, para aumentar as dificuldades dos cristãos, o vento lhes era contrário; circunstância que, nos tempos de navegação à vela, podia tornar-se desvantagem fatal. Mas, obedecendo as ordens do Sumo Pontífice e colocando-se debaixo da proteção de Maria, a força cristã investiu contra o inimigo com ânimo admirável.
E, de súbito, o vento mudou, soprou com violência contra os infiéis e a batalha durou poucas horas, com total derrota da armadura turca. Tão completa foi a vitória que o poder do Islã ficou esmagado e salva a cristandade.
Durante esses terríveis dias e especialmente no dia da batalha, Pio V orava fervorosamente a Nossa Senhora do Rosário com intenso fervor, recorrendo assim à Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo. No momento da vitória, entrou em êxtase e teve a revelação de que os cristãos tinham vencido. Voltando para os que o rodeavam, o Papa deu a boa notícia e todos se ajoelharam para dar graças a Deus e a Nossa Senhora.
Soube-se depois que, no maior fragor da batalha, os soldados muçulmanos tinham avistado uma Senhora acima dos mais altos mastros da esquadra católica, que os amedrontava com seu aspecto majestoso e ameaçador.
Para recordar e agradecer pela vitória de Lepanto, alcançada em 7 de outubro de 1571, a Santa Igreja instituiu a festa de Nossa Senhora do Rosário. Prescrita primeiramente por Gregório XIII para certas igrejas, foi estendida por Clemente XI ao mundo católico, em ação de graças por um novo triunfo alcançado por Carlos VI da Hungria sobre os turcos em 1716.
Por isso, o dia 7 de outubro também é conhecido como dia de Nossa Senhora das Vitórias. E foi esta a primeira grande vitória do Rosário. Desde então, milhares de santos, bem-aventurados, apóstolos e missionários, têm espalhado essa devoção por todo o mundo.
E você, também gostaria de contribuir com a divulgação deste fato maravilhoso? Aproveite, então, para ler esta história e não perder as oportunidades que Deus lhe dá para evangelizar.
Dois jovens caminhavam por uma estrada e encontraram um grão de milho. Um deles, comentou:
– Tive uma ideia! Com este grão podemos ficar ricos! Plantaremos, nascerá um pé de milho e colheremos três espigas. Plantaremos as espigas e colheremos um pomar. Depois, plantaremos o pomar, colheremos uma roça e daí em diante ganharemos muito dinheiro!
– Excelente! - respondeu o segundo. – Agora, precisamos decidir o que faremos com a fortuna. Eu vou comprar um belo carro conversível e uma casa na praia; e você?
– Eu vou comprar uma caminhonete bem potente e um sítio. Só que tem uma coisa: não vou deixá-lo dirigir a minha caminhonete. Você é muito barbeiro e vai estragá-la.
– Tudo bem. Você também não vai passear no meu carro e muito menos dirigi-lo. Vou viajar por todo canto e você não vai comigo.
Após algum tempo de planos, discussões e troca de insultos, passou uma galinha e comeu o grão de milho!
Bem, o milho representa as nossas oportunidades e a galinha representa o tempo. Pense nisso, tire suas próprias conclusões e semeie um ano cheio de atitudes e vitórias na evangelização. Não sabemos ao certo qual é o nosso tempo aqui na Terra, mas sabemos que recebemos um grande presente de Deus por estarmos vivos em 2005.
E o que faremos para retribuir tamanha graça? No mínimo, não deixar que a ‘galinha’ venha e coma o grão de motivação no serviço a Deus. Há muito que fazer, se tivermos consciência da proposta que a Igreja nos faz nesta Campanha da Fraternidade: ‘Solidariedade e Paz’!
Com Nossa Senhora do Rosário à frente, ninguém poderá atrapalhar nossas grandes conquistas, concorda?
Paulo R. Labegalini
Cursilhista e Ovisista. Vicentino em Itajubá. Engenheiro civil e professor doutor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre - MG).
Livros do autor:
1. Um professor exigente e religioso (no prelo)
2. Gotas de Espiritualidade – Editora Bookba (à venda na Amazon, Americanas, Shoptime, Magalu...) – mensagens diárias de fé e esperança, com os santos de cada dia.
3. Pegadas na Areia – Editora Prismas / Editora Appris
4. Histórias Infantis Educativas – Editora Cléofas
5. Histórias Cristãs – Editora Raboni
6. O Mendigo e o Padeiro – Editora Paco
7. A Arte de Aprender Bem – Editora Paco
8. Minha Vida de Milagres – Editora Santuário
9. Administração do Tempo – Editora Ideias e Letras
10. Mensagens que Agradam o Coração – Editora Vozes
11. Projetos Mecânicos das Linhas Aéreas de Transmissão (coautor) – Editora Edgard Blücher
12. Mecânica Geral – Estática (coautor) – Editora Interciência
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