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13 de ago. de 2009
Amar não é apenas gostar
Certo dia estava fazendo uma "pesquisa" a respeito de comunidades em sites de relacionamento. A medida que observava as comunidades me deparava com nomes esquisitos do tipo "Acordar é deprime
Por Conexão Itajubá
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Certo dia estava fazendo uma "pesquisa" a respeito de comunidades em sites de relacionamento. A medida que observava as comunidades me deparava com nomes esquisitos do tipo "Acordar é deprimente" outros com nomes incomuns "Ês pens cu ôns é dês..." , homenageando alguem "Amamos fulano" e daí por diante. Uma que me chamou a atenção foi ,"Amo trabalho voluntário". Um nome bonito para uma comunidade.
Louvável aos que praticam o ato. Mas me veio a seguinte reflexão: dos mais de 5000 integrantes da comunidade quantos realmente se dedicam ao trabalho voluntário, procuram fazer o bem ao próximo ou simplesmente dedicam seu tempo a uma ação solidária?
É claro que uma comunidade não tem o poder de julgar ou mostrar quem realmente fala e faz!!!
Como mensurar se 10% ou 50% realmente fazem algum diferencial na comunidade? Certo, só que estar integrando à comunidade já é uma forma de divulgar o trabalho voluntário. Mas ser atuante é muito mais importante que simplesmente dizer que admira ou adora o trabalho voluntário.
Participo da comunidade, fiz e faço alguns trabalhos. Só quem viveu, participou e sentiu pode saber realmente se ama ou não ama o trabalho voluntário.
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