Do Divino que há em nós
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26 de abr. de 2022
“Hey Hey, Rise Up”
Toda a renda obtida com reproduções e downloads da música e do clipe será destinada ao Fundo Humanitário Ucraniano.
Por Dra. Graça Mota Figueiredo
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Desde o dia 07 de abril, só se fala no Pink Floyd e na música que eles compuseram e dedicaram ao povo da Croácia.
O vocal da música, cuja tradução literal é “Ei, ei, levante-se e alegre-se” fica por conta de um cantor de uma banda ucraniana famosa, Andriy Khlyvniuk.
Andriy estava em turnê pela América do Norte com a banda Boombox quando a Rússia invadiu o seu país. Imediatamente ele voltou à Ucrânia. Gilmour (Pink Floyd), que falou com ele durante todo tempo de gravação, conta: “Ele disse que teve o dia mais infernal que se possa imaginar, saindo e pegando corpos de ucranianos, crianças ucranianas, ajudando na limpeza. Você sabe, nossos pequenos problemas se tornam tão patéticos e minúsculos no contexto do que você o vê fazendo.”
Nesses poucos dias ela já alcança as primeiras posições entre as músicas mais tocada no mundo todo.
David Gilmour, um dos integrantes da banda, que tem uma nora ucraniana e netos, disse:
"Nós, assim como tantos outros, temos sentido a fúria desse ato vil: um país independente, democrático e pacífico sendo invadido e tendo seu povo assassinado por uma das maiores potências mundiais. A frustração de ver isso e pensar 'o que diabos eu posso fazer?' é meio insuportável."
A arte gráfica da música apresenta uma pintura da flor nacional da Ucrânia, o girassol, do artista cubano Yosan Leon. A capa do single é uma referência direta à mulher que foi vista ao redor do mundo dando sementes de girassol para soldados russos e dizendo-lhes para carregá-las em seus bolsos para que, quando morrerem, os girassóis cresçam.
Toda a renda obtida com reproduções e downloads da música e do clipe será destinada ao Fundo Humanitário Ucraniano.
É emocionante ver essas manifestações de apoio a um país injustiçado mas, mais do que isso, como dói perceber que os homens continuam insistindo na violência, no ódio, na morte de inocentes, apenas para se mostrarem poderosos. Quando, enfim, teremos paz no mundo?
Graça Mota Figueiredo
Professora Adjunta de Tanatologia e Cuidados Paliativos
Faculdade de Medicina de Itajubá - MG
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