•
14 de jul. de 2014
Na lavoura alemã, a colheita foi em terras brasileiras.
Era uma vez um país do futebol chamado Brasil, onde mesmo sem plantar, a colheita era farta. Um celeiro de muitos craques onde o mundo sempre se curvou diante de tanta fartura, tanta beleza.
Por Prof. Ronaldo Abranches
Compartilhar

Mas a fartura era tanta, que este país jamais se preocupou em cuidar e melhorar o seu terreno.
Em contra partida, outro país chamado Alemanha sempre teve terra árida. Seus frutos tinham cintura dura que não são recomendáveis para um futebolbonito e competitivo. Mas este país admirava tanto a fartura do país do futebol que um dia resolveu investir na sua lavoura.
E assim foi um processo de várias mudanças que incluiu preparar a terra, investir nas sementes, cuidar e monitorar o plantio e muito trabalho. Com muita paciência e determinação, após dez longos anos colheu os frutos da conquista, de ser o melhor. Por ironia do destino, este país fez a festa da grande colheita nas terras do oponente.
Como nada é ao acaso, os deuses do futebol permitiram a oportunidade do confronto das diferenças. Da diferença entre um verdadeiro lavrador e de um apenas colhedor de craques.
A natureza é fatal com quem não cultiva, não valoriza, não trabalha.
Oxalá neste momento de aridez de um terreno que já foi fértil, os colhedores se transformem em verdadeiros lavradores.
Até porque se isto não acontecer, neste terreno que hoje é árido, amanhã surgirá um deserto eliminando definitivamente um terreno que já foi um celeiro de craques.
Pelo menos essa é a minha opinião¹
Compartilhar
Gostou do conteúdo?
Participe dos nossos grupos e receba notícias, eventos e ofertas exclusivas direto no seu WhatsApp
Anuncie aqui
Divulgue seu negócio no Conexão Itajubá
Guia Comercial
Ver todos →Participe dos Nossos Grupos
Receba conteúdo exclusivo e fique por dentro de tudo que acontece em Itajubá