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26 de jan. de 2015
No Brasil, a crise de abastecimento não é só de água
O futebol brasileiro acostumou-se com ?enxurradas? de novos talentos que surgiam no futebol a cada ano. A fonte jorrava sem cessar a ponto de fazermos pensar que esta fonte era inesgotável. O
Por Prof. Ronaldo Abranches
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O cuidado com as nascentes foram ignoradas e hoje minha percepção é que o Brasil que foi o país do futebol, não produz mais o mesmo volume de craques como nos tempos de outrora. São raros os casos de habilidosos jogadores que estão em atividade no Brasil.
Aliás, foram poucos os jogadores que se destacaram no campeonato brasileiro de 2014. Podemos citar: Everton Ribeiro, Ricardo Goulart, Lucas Lima e Egidio do Cruzeiro, Conca do Fluminense, Diego Tardelli do Atletico Mineiro.
É triste e muito sombria a constatação que todos esses jogadores já não estão mais em atividades no Brasil, pois acabaram de serem vendidos para clubes do exterior.
Em um momento em que existe uma crise de abastecimento de água em varias regiões deste país, acho que no futebol, a nascente também foi afetada pela exploração inadequada.
Antes que seja necessário utilizar o volume morto do futebol, há necessidade de trabalhar urgentemente nossas nascentes e fazer jorrar novamente aquela fonte de talentos que parecia inesgotável.
Seria muito bom se pudéssemos ouvir novamente o saudoso narrador de futebol da Radio Globo, Waldir Amaral, narrando a cada novo gol: "choveu na horta do Brasil".
Pelo menos essa é a minha opinião!
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