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11 de mar. de 2021
Assembleia de Minas instaura CPI para apurar fura-fila de mais de 500 servidores do Governo na vacinação contra a Covid
O deputado estadual Ulysses Gomes é o autor do requerimento que criou a Comissão Parlamentar de Inquérito
Por Conexão Itajubá
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Por Ascom/ Deputado Ulysses
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais acabou de criar uma CPI, na tarde desta quinta-feira (11/3), para investigar a denúncia de que o secretário de saúde do governo Zema e mais de 500 servidores da pasta furaram a fila da vacinação contra a Covid-19, sendo que muitos deles trabalham em regime home-office, na segurança de suas casas. O deputado estadual Ulysses Gomes é o autor do requerimento que criou a Comissão Parlamentar de Inquérito, que está sendo chamada de “CPI Fura-Fila” e atraindo atenção da mídia de todo o país.
“É inadmissível que qualquer ser humano se julgue acima do outro e tire o direito à vacina a alguém com maior prioridade, como idosos ou pessoas com comorbidades. Se uma pessoa fura a fila da vacina, ela assume o risco de matar os demais que deixaram de ser vacinados e podem contrair essa doença que já levou mais de 20 mil mineiros e mineiras para o túmulo”, afirmou o deputado sulmineiro. “Essa história deve ser apurada e, se for o caso, os culpados devidamente punidos”, completou.
Uma CPI tem poder de investigação, de convocar os possíveis envolvidos para depoimentos, depois apura todos os fatos e, no final do processo (de até 120 dias), elabora um relatório, indicando as providências a serem tomadas.
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais acabou de criar uma CPI, na tarde desta quinta-feira (11/3), para investigar a denúncia de que o secretário de saúde do governo Zema e mais de 500 servidores da pasta furaram a fila da vacinação contra a Covid-19, sendo que muitos deles trabalham em regime home-office, na segurança de suas casas. O deputado estadual Ulysses Gomes é o autor do requerimento que criou a Comissão Parlamentar de Inquérito, que está sendo chamada de “CPI Fura-Fila” e atraindo atenção da mídia de todo o país.
“É inadmissível que qualquer ser humano se julgue acima do outro e tire o direito à vacina a alguém com maior prioridade, como idosos ou pessoas com comorbidades. Se uma pessoa fura a fila da vacina, ela assume o risco de matar os demais que deixaram de ser vacinados e podem contrair essa doença que já levou mais de 20 mil mineiros e mineiras para o túmulo”, afirmou o deputado sulmineiro. “Essa história deve ser apurada e, se for o caso, os culpados devidamente punidos”, completou.
Uma CPI tem poder de investigação, de convocar os possíveis envolvidos para depoimentos, depois apura todos os fatos e, no final do processo (de até 120 dias), elabora um relatório, indicando as providências a serem tomadas.
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