
O futebol brasileiro nem bem iniciou a nova temporada e já tivemos a primeira decisão. Uma decisão de apenas um jogo em que confronta os dois campeões a nível nacional em 2025 (Brasileirão e Copa do Brasil). De semelhança somente a popularidade dos dois clubes que são os maiores em tamanho de torcidas. Duas realidades bastante diferentes quando analisado a organização, planejamento e principalmente a conta bancaria e as dividas. Os tipos de matérias jornalísticas na mídia também são bem diferentes. Enquanto o Corinthians tem ocupação nas paginas policiais, o Flamengo se destaca pelas contratações e a maneira eficiente de fazer dinheiro. Os dois elencos também bastante diferentes em relação aos investimentos recentes. Ou seja, os clubes com realidades bem diferentes. Mas o futebol é mesmo muito interessante. Quando a bola rola, tudo pode acontecer em um jogo. As variantes que definem um jogo de futebol são várias. O Flamengo foi obrigado a mudar o planejamento inicial de competição em função do baixo desempenho do time sub 20 que estava fazendo os jogos do campeonato Carioca e acabou antecipando a volta dos profissionais, mas nada disso serve de justificativa pelo resultado do jogo em que o Corinthians demonstrou muito mais garra e disposição e acredito também estar mais bem preparado fisicamente. O flamengo que pela primeira vez sob o comando de Felipe Luiz completa três derrotas consecutivas, acendendo uma luz vermelha no Ninho do Urubu. Arrascaeta e Jorginho que contra o Fluminense demonstrou estar fora de ritmo e condições físicas, foi mantido pelo técnico. No futebol há outras influências no resultado final e nessa decisão o Corinthians merecia o titulo pela sua aplicação em campo, o técnico armou um sistema para dificultar o domínio de bola do Flamengo e estava preparado para roubar a bola e sair rapidamente. Eu acredito que mesmo se não houvesse a expulsão de Carrascal, o Flamengo não ganharia esse jogo. Na verdade com freio puxado, nem parece aquele Flamengo sem freio de 2025.
Pelo menos essa é a minha opinião!
Por Ronaldo Abranches/Crônica do Professor Ronaldo