Rio de Janeiro – O Brasil teve um excelente desempenho na 51ª Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), que reuniu 98 países na cidade de Astana, capital do Cazaquistão.
Representado por seis estudantes, nossa equipe conquistou duas medalhas de prata, uma de bronze e três menções honrosas. Em cada dia, os participantes têm de resolver três problemas em 4 horas e meia.
Para a resolução das questões, os alunos necessitam muito mais de criatividade e habilidades matemáticas, do que simplesmente conhecimentos e fórmulas aplicadas. O único carioca no grupo, Matheus Secco, 17, aluno do Sistema Elite de Ensino, que em 2009 conquistou medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática e na Iberoamericana, conquistou a prata na Olimpíada Internacional. “Pretendo seguir a carreira de matemático e usar a experiência do evento em pesquisas acadêmicas”, enfatiza.
Para Luciano Monteiro de Castro, um dos coordenadores da competição, o segredo do desempenho desses jovens é o amor que têm pelo o quê fazem: Os campeões da matemática não abdicam da diversão para estudar, eles se divertem estudando, diz Luciano que também é professor de matemática do Sistema Elite de Ensino. O Brasil começou a participar da competição em 1979 e já conquistou 90 medalhas, sendo oito de ouro, 23 de prata e 59 de bronze.
Em cada dia, os alunos resolvem três problemas em 4 horas e meia. Para a resolução das questões, necessitam muito mais de criatividade e habilidades matemáticas do que simplesmente conhecimentos e fórmulas aplicadas.
A participação brasileira é organizada através da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), que faz parte do projeto conjunto da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT Mat).
Fonte: JB Online