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3 de jun. de 2026
Engenharia Civil da FEPI se prepara para oportunidades com expansão ferroviária
Investimentos previstos em infraestrutura ferroviária em Minas Gerais devem ampliar a demanda por profissionais da engenharia civil. Segundo o coordenador do curso de Engenharia Civil da FEPI, professor Rodrigo Lima, a formação oferecida pela instituição prepara os alunos para atuar em diferentes etapas desses projetos.
Por Conexão Itajubá
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A perspectiva de ampliação da malha ferroviária em Minas Gerais e no Brasil deve abrir novas oportunidades para profissionais da engenharia civil nos próximos anos. A avaliação é do professor Rodrigo Lima, coordenador do curso de Engenharia Civil da FEPI, que destaca a capacidade de formação dos futuros engenheiros para atender às demandas do setor de infraestrutura.
De acordo com Rodrigo Lima, os investimentos previstos em ferrovias, cerca de R$ 38 bilhões, envolvem uma ampla gama de atividades já contempladas na formação dos estudantes. Entre elas estão estudos de viabilidade econômica, planejamento, orçamento, geotecnia, construção civil e execução de obras de grande porte.
O coordenador explica que projetos ferroviários exigem a construção de trilhos, estações, galpões, depósitos, cabines operacionais e obras de infraestrutura associadas. Além disso, a expansão da malha ferroviária gera impactos indiretos na economia, estimulando empresas e produtores que passam a contar com alternativas logísticas mais eficientes para o transporte de cargas.
Um dos projetos citados é o chamado Corredor Minas-Rio, que prevê a recuperação e ampliação de trechos ferroviários para facilitar o escoamento da produção do Sul de Minas em direção aos portos fluminenses. Para Rodrigo Lima, iniciativas desse porte contribuem para aumentar a competitividade de diversos setores produtivos e impulsionam a geração de empregos.
O professor ressalta que o mercado de infraestrutura já apresenta forte demanda por profissionais qualificados. Segundo ele, áreas ligadas à construção, planejamento, execução e manutenção de rodovias e ferrovias vêm ampliando a oferta de vagas para engenheiros.
Com 53 anos de tradição, o curso de Engenharia Civil da FEPI busca acompanhar as transformações do mercado por meio da utilização de softwares e tecnologias atualizadas. Rodrigo Lima afirma que a formação generalista permite ao estudante desenvolver uma base sólida e, posteriormente, buscar especializações em áreas específicas, como a engenharia ferroviária.
As inscrições para o vestibular da instituição devem ser abertas nos próximos dias. Além da Engenharia Civil, a FEPI oferece cursos de Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção, todos no período noturno, permitindo que os estudantes conciliem a graduação com atividades profissionais e estágios.
Para o coordenador, quem ingressar agora na graduação poderá encontrar, ao concluir o curso, um cenário de expansão dos investimentos em infraestrutura e uma crescente necessidade de mão de obra especializada.
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