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30 de abr. de 2026
FACESM: Psicologia destaca inclusão e diagnóstico precoce do TEA no Abril Azul
Professor Luan Vizotto explica o TEA, reforça a importância da intervenção precoce e combate à desinformação durante a campanha Abril Azul.
Por Conexão Itajubá
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A campanha Abril Azul reforça a conscientização sobre o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e a importância da inclusão social. Segundo o professor do curso de Psicologia da FACESM, Luan Vizotto, o TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento de origem multifatorial, que impacta principalmente a socialização, a comunicação e o comportamento.
De acordo com o especialista, o diagnóstico precoce é fundamental para garantir melhores resultados no desenvolvimento da criança. “As intervenções precisam começar o quanto antes. Quanto mais cedo, maiores são as chances de avanços significativos”, explica.
Entre as principais características do TEA estão dificuldades na interação social, atraso ou ausência da fala, comportamentos repetitivos e possíveis alterações sensoriais. Vizotto destaca que esses sinais devem estar presentes desde a infância para caracterizar o transtorno.
O professor também alerta para a importância de avaliações especializadas. Embora o pediatra possa identificar sinais iniciais, o diagnóstico é feito por neuropediatras. Ele orienta que, diante de qualquer suspeita, a família procure investigação adequada.
Outro ponto abordado é a desinformação. “O autismo não é contagioso. Pelo contrário, o convívio promove empatia, respeito e humanização”, afirma. Ele ainda ressalta que comportamentos agressivos não definem a pessoa autista, podendo ocorrer em qualquer criança e devendo ser analisados dentro do contexto.
A campanha Abril Azul tem como objetivo ampliar o conhecimento da população sobre o TEA, combater preconceitos e incentivar a inclusão em ambientes como escola e mercado de trabalho. Vizotto destaca que o desconhecimento ainda é um dos principais obstáculos.
“É preciso entender as necessidades específicas dessas pessoas, respeitar suas limitações e garantir direitos. A inclusão depende de informação e conscientização”, pontua.
O professor também reforça a importância do apoio às famílias e do acesso a fontes confiáveis de informação, como profissionais da área, instituições especializadas e conteúdos científicos.
Para quem deseja mais informações ou se aprofundar no tema, a FACESM disponibiliza canais de contato. O telefone é (35) 98802-0125, o Instagram é @facesmoficial e o site é facesm.br.
Por Redação, com informações de Luan Vizotto
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