•
7 de mai. de 2026
Operação Baco apreende 2 mil litros de bebidas irregulares em 30 dias
Forças de Segurança apreendem quase 2 mil litros de bebidas irregulares em MG.
Por Agência Minas
Compartilhar

Foto: Sejusp / Divulgação
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) e as Forças de Segurança do estado divulgaram os resultados da terceira fase da Operação Baco, uma iniciativa coordenada pela pasta para combater a fabricação e comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas e/ou sem registro junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Durante os 30 dias de operação em abril, as Forças de Segurança e órgãos fiscalizadores visitaram 29 estabelecimentos em Belo Horizonte e cidades da região metropolitana, incluindo Betim, Contagem e Nova Lima. Os alvos incluíram bares, lojas do Mercado Central e depósitos, com destaque para um local no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima, que havia sido fiscalizado na segunda fase da operação e resultou na apreensão de 79 mil litros de bebidas suspeitas de adulteração.
Nesta terceira fase, foram inutilizadas mais de 1.700 garrafas, dornas, barris e galões, e quase 2.000 litros de bebidas irregulares foram apreendidos. Além disso, foram lavrados nove autos de infração e cinco termos de apreensão/fiscalização/interdição cautelar. O superintendente de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp, Bernardo Naves, explicou que as bebidas alcoólicas que apresentam irregularidades são submetidas a análise laboratorial para constatar se há adulteração. "Além do material descartado in loco, as bebidas apreendidas são analisadas para confirmar se há adulteração", disse.
Bernardo Naves também destacou que, embora as apreensões desta fase tenham sido principalmente de destilados, outras bebidas alcoólicas também podem ser falsificadas. "Há uma percepção de que os destilados seriam o problema, mas a cerveja também pode ser igualmente falsificada", informou. Ao lado da titular da 1ª Delegacia Especializada em Defesa do Consumidor da Polícia Civil, Renata Rodrigues de Oliveira Batista, e do porta-voz da Polícia Militar, capitão Rafael Veríssimo, Bernardo Naves reforçou a importância do trabalho integrado nas ações realizadas durante o período operacional.
A operação contou com a participação de 91 agentes das polícias Federal, Militar e Civil, além de órgãos como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Receita Federal, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e a Vigilância Sanitária. "O que vemos é a necessidade de continuidade desse tipo de operação. É uma operação que está na sua terceira fase e, com certeza, continuará acontecendo", enfatizou Bernardo Naves.
Compartilhar
Gostou do conteúdo?
Participe dos nossos grupos e receba notícias, eventos e ofertas exclusivas direto no seu WhatsApp
Anuncie aqui
Divulgue seu negócio no Conexão Itajubá
Guia Comercial
Ver todos →Participe dos Nossos Grupos
Receba conteúdo exclusivo e fique por dentro de tudo que acontece em Itajubá