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4 de nov. de 2026
PCMG conquista três premiações nacionais em identificação balística
A Polícia Civil de Minas Gerais ficou em 2º lugar nas categorias 'Identificação de armas' e 'Inquéritos auxiliados' e em 3º na 'Inserções', com mais de 14,6 mil itens cadastrados no BNPB.
Por ASCOM PCMG
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Foto: ASCOM PCMG
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) conquistou três premiações nacionais pelo trabalho de identificação balística e apoio às investigações criminais. O reconhecimento ocorreu durante a 2ª Conferência Nacional do Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab), realizada entre os dias 27 e 30 de outubro, em Gramado, no Rio Grande do Sul, como parte do XXVIII Congresso Nacional de Criminalística.
A instituição foi representada por peritos criminais do Instituto de Criminalística (IC) e de unidades periciais do interior do estado, que participaram das atividades técnicas e científicas do encontro. A conferência reuniu representantes dos 47 laboratórios de balística que integram o Sinab, vinculados às unidades da Federação e à Polícia Federal, para discutir protocolos de trabalho, avaliar resultados do Banco Nacional de Perfis Balísticos (BNPB) e definir estratégias de ampliação da base nacional de dados.
Reconhecimento
A PCMG alcançou o segundo lugar nas categorias “Identificação de armas de fogo utilizadas em crimes” e “Inquéritos auxiliados”, além do terceiro lugar na categoria “Inserções (casos únicos)”.
Minas Gerais conta atualmente com mais de 14,6 mil elementos balísticos cadastrados no BNPB e 790 correlações confirmadas — conhecidas como hits —, que relacionam vestígios balísticos de diferentes ocorrências. O banco também registra mais de 350 armas de fogo vinculadas a crimes.
Essas correlações podem revelar conexões entre ocorrências registradas em diferentes localidades e contribuir para o avanço de investigações criminais.
Integração e tecnologia
Instituído pelo Decreto Federal nº 10.711/2021, o Sinab integra e compara elementos balísticos coletados em locais de crime, durante exames necroscópicos e em armas de fogo apreendidas. A tecnologia permite identificar correspondências entre projéteis e estojos de munição relacionados a diferentes ocorrências, auxiliando na identificação de armas e no estabelecimento de vínculos entre investigações.
Em âmbito nacional, o BNPB reúne mais de 147 mil elementos cadastrados e registra mais de 10,5 mil correlações balísticas, contribuindo para milhares de investigações em todo o país, inclusive em casos que envolvem diferentes estados.
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