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Setembro amarelo

Publicado por Dra. Graça Mota Figueiredo em 09/09/2020

O que hoje está consolidado como Setembro Amarelo começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio em 1994.

Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo, a cor que amava.

Em consequência dessa triste história, o laço amarelo foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio.

Perder uma pessoa pela morte auto-provocada parece ser uma das mais terríveis perdas. Os estudiosos dizem que cada suicida impacta, com o seu ato, não menos do que 160 pessoas à sua volta. E hoje, com o poder das redes sociais, eu me pergunto se esse número não deveria ser revisto.

Impossível que a culpa não seja uma das heranças que deixa o suicídio.

“Por que não percebi?” “Onde eu errei?”, como se o suicídio pudesse ter sido uma escolha entre muitas.

A ideia hoje mais aceita é que o suicida, na verdade, nunca ou quase nunca, quer se matar. O que ele, erroneamente pensa, é que esta é a única forma de se livrar da dor que o acomete.

Faltam-lhe recursos de enfrentamento? Está em meio a alguma crise de desesperança? Tem alguma doença mental que prejudica o seu julgamento? Estava sob o efeito de drogas?

Poucas vezes saberemos o que atormentou cada suicida nos momentos finais. Jamais saberemos o que ele pensou ou sentiu no momento em que deixou a vida.

Sabemos apenas que a responsabilidade da família e dos amigos na morte é muito relativa. Quem já acompanhou a vida de alguém que acabou por se matar sabe que a ideia de suicídio nunca desapareceu, mesmo com todo amor e cuidado dos que o cercavam.

Sabemos, também, que a espiritualidade (ou a religião, para quem a professe com o coração) é um potente antídoto contra a desesperança, seja pela firme crença no sentido e no objetivo da vida, seja pelos valores morais implícitos.

Talvez seja esse o motivo de crescerem tanto entre os jovens, os índices de suicídio ultimamente…

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