A EPR Sul de Minas programou, para esta sexta-feira (18), uma intervenção noturna na LMG-877, entre os quilômetros 8,5 e 10,5, no trecho urbano de Poços de Caldas. Será feito o reparo preventivo no pavimento para garantir mais segurança e fluidez no local, que recebe grande fluxo de veículos.
Os trabalhos vão acontecer entre as 20h desta sexta-feira e as 5h, de sábado (19). A execução em período noturno foi planejada para minimizar os impactos aos usuários, principalmente para os que trafegam no trevo com a MGC-146.
Equipes de sinalização, segurança e operação estarão mobilizadas para orientar os motoristas durante as atividades. Aos usuários que forem passar pelo trecho, a concessionária recomenda atenção à sinalização, redução de velocidade e o respeito às orientações dos operadores de tráfego.
“Essa é mais uma intervenção que a concessionária executa no intuito de promover melhores condições de segurança aos usuários. Será necessário fazer interdições na pista, por isso, programamos a obra em um período de menor tráfego, para minimizar os transtornos aos motoristas”, afirma Érica Kawatake, diretora-presidente da EPR Sul de Minas.
Informações sobre as condições de tráfego ou serviços operacionais podem ser solicitados, a qualquer hora do dia, pelo telefone 0800 290 0459.
Por Gustavo Stivali/FSB
This image set showcases three views of the Butterfly Nebula, also called NGC 6302. The Butterfly Nebula, located about 3400 light-years away in the constellation Scorpius, is one of the best-studied planetary nebulae in our galaxy. Planetary nebulae are among the most beautiful and most elusive creatures in the cosmic zoo. These nebulae form when stars with masses between about 0.8 and 8 times the mass of the Sun shed most of their mass at the end of their lives. The planetary nebula phase is fleeting, lasting only about 20 000 years. The Butterfly Nebula is a bipolar nebula, meaning that it has two lobes that spread in opposite directions, forming the ‘wings’ of the butterfly. A dark band of dusty gas poses as the butterfly’s ‘body’. This band is actually a doughnut-shaped torus that’s being viewed from the side, hiding the nebula’s central star - the ancient core of a Sun-like star that energises the nebula and causes it to glow. The dusty doughnut may be responsible for the nebula’s insectoid shape by preventing gas from flowing outward from the star equally in all directions. The first and second of the three images shown here highlight the bipolar nature of the Butterfly Nebula in optical and near-infrared light captured by the NASA/ESA Hubble Space Telescope. The new Webb image on the right zooms in on the centre of the Butterfly Nebula and its dusty torus, providing an unprecedented view of its complex structure. The Webb data are supplemented with data from the Atacama Large Millimetre/submillimetre Array, a powerful network of radio dishes. While the nebula’s central star is blanketed with thick, dusty gas at optical wavelengths, Webb’s infrared capabilities reveal the central star and show the doughnut-shaped torus and interconnected bubbles of dusty gas that surround it. [Image description: Three views of the same nebula, presented side by side. The left and middle images, which are labeled ‘Hubble Optical’ and ‘Hubble Near