A Santa Casa de Misericórdia de Itajubá é uma instituição com uma trajetória de 125 anos e que atualmente apresenta uma realidade bastante significativa no que se refere à representatividade feminina em sua equipe de colaboradores. De acordo com a gestora de qualidade Tamara Divino, as mulheres representam 91% do total de colaboradores da instituição, sendo que 70% delas ocupam posições de liderança. Esse dado se torna ainda mais expressivo, segundo, Tatiani Alkmin, gerente hospitalar, quando se trata da gestão de alta e média liderança, onde o percentual de mulheres sobe para 100%. Essa presença feminina na liderança da instituição é um exemplo de como a representatividade pode ser uma ferramenta importante para a promoção da igualdade de gênero em diversos setores da sociedade.
Para Camila Martins, gestora de Enfermagem da Santa Casa de Itajubá, sua equipe de colaboradoras é formada por verdadeiras heroínas que enfrentaram e continuam enfrentando desafios diários para garantir a segurança e o bem-estar dos pacientes. A pandemia trouxe à tona a importância crucial do trabalho dessas profissionais, que se dedicam a cuidar de pessoas em um momento de grande vulnerabilidade. A presença majoritária de mulheres em sua equipe não é surpreendente, já que a enfermagem é uma das profissões mais feminizadas no Brasil e no mundo. No entanto, essa realidade deve ser encarada como um sinal de mudança e de maior inclusão das mulheres em áreas antes dominadas pelos homens, além de um reconhecimento justo e merecido do trabalho dessas profissionais.
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