Na terça-feira (29), o tempo começa a mudar em parte da Região Sudeste do Brasil, especialmente em São Paulo e no extremo sul de Minas Gerais. A aproximação de uma frente fria favorece o aumento da nebulosidade e o retorno das chuvas nessas áreas, enquanto os demais estados ainda seguem sob influência de uma massa de ar seco.
Em São Paulo, a previsão é de tempo instável ao longo do dia. O céu varia entre nublado e encoberto, com pancadas de chuva em todas as regiões do estado, inclusive na capital. Há risco de chuva moderada a forte em alguns momentos, acompanhada de ventos e trovoadas. As temperaturas ficam mais amenas em relação aos dias anteriores, especialmente no sul e leste paulista.
No extremo sul de Minas Gerais, o avanço das instabilidades também provoca aumento da nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva a partir da tarde. Nas demais áreas mineiras, o tempo permanece firme, com sol, calor e baixos índices de umidade relativa do ar, especialmente no interior.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o tempo segue estável. O sol predomina durante todo o dia, com temperaturas elevadas e umidade do ar em declínio no período da tarde. A sensação de calor continua intensa.
Entre as capitais, a menor temperatura é prevista para São Paulo com mínima de 10°C. A máxima pode chegar a 28°C em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%, com os menores índices nas áreas do interior paulista e mineiro.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
This image set showcases three views of the Butterfly Nebula, also called NGC 6302. The Butterfly Nebula, located about 3400 light-years away in the constellation Scorpius, is one of the best-studied planetary nebulae in our galaxy. Planetary nebulae are among the most beautiful and most elusive creatures in the cosmic zoo. These nebulae form when stars with masses between about 0.8 and 8 times the mass of the Sun shed most of their mass at the end of their lives. The planetary nebula phase is fleeting, lasting only about 20 000 years. The Butterfly Nebula is a bipolar nebula, meaning that it has two lobes that spread in opposite directions, forming the ‘wings’ of the butterfly. A dark band of dusty gas poses as the butterfly’s ‘body’. This band is actually a doughnut-shaped torus that’s being viewed from the side, hiding the nebula’s central star - the ancient core of a Sun-like star that energises the nebula and causes it to glow. The dusty doughnut may be responsible for the nebula’s insectoid shape by preventing gas from flowing outward from the star equally in all directions. The first and second of the three images shown here highlight the bipolar nature of the Butterfly Nebula in optical and near-infrared light captured by the NASA/ESA Hubble Space Telescope. The new Webb image on the right zooms in on the centre of the Butterfly Nebula and its dusty torus, providing an unprecedented view of its complex structure. The Webb data are supplemented with data from the Atacama Large Millimetre/submillimetre Array, a powerful network of radio dishes. While the nebula’s central star is blanketed with thick, dusty gas at optical wavelengths, Webb’s infrared capabilities reveal the central star and show the doughnut-shaped torus and interconnected bubbles of dusty gas that surround it. [Image description: Three views of the same nebula, presented side by side. The left and middle images, which are labeled ‘Hubble Optical’ and ‘Hubble Near